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07-02-2011 -
Prédios inacabados atrapalham
expansão
A
movimentação de abertura e fechamento de
pontos comerciais é considerada comum,
sobretudo em pontos de maior fluxo de
clientes como a região central. Mas, embora
sempre haja essa movimentação, a demanda de
pontos comerciais é menor que a de
interessados.

Com isso, para a Associação
Comercial e Empresarial (ACE) de Suzano ter
prédios inacabados no Centro atrapalha a
expansão do comércio. “Temos muito problema
de espaço no Centro de Suzano, tanto que
muitas pessoas transformaram garagens
pequenas em pontos comerciais. Por outro
lado, temos espaço ociosos nessa mesma
região”, comenta o presidente da ACE, André
Loducca.
O prédio em frente a Praça João Pessoa, na
esquina das ruas General Francisco Glicério
com a Felício de Camargo, e o imóvel, também
na Glicério, que já abrigou supermercados,
são citados por Loducca como exemplos desses
espaços ociosos.
“São muitos andares e salas em um lugar
muito bom, que poderiam ser usados para
escritório. E no caso do supermercado, há
problemas judiciais, e não de ponto. Poderia
muito bem ser outro supermercado”, analisa.
Assim como a população e, também,
representantes de outros setores, o
presidente da ACE destaca os aspectos
negativos para o setor comercial. Loducca
afirma que obras inacabadas, geralmente,
viram depósitos de lixo, esconderijo e são
perigosas pela degradação da estrutura.
Essa situação é ruim para lojistas e também
para os consumidores. “A gente não vive
sozinho e tudo o que é feito reflete em
diversos setores. Além da questão da
expansão comercial, é negativo para os
comércios que funcionam. Esses locais, sujos
e até com problemas de segurança, afastam
clientes e trazem perigo e transtornos aos
trabalhadores”.
Fonte: Diário de Suzano
Redação:
Carolina Brusarosco
Data: 07/02/2011
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